Casa d'Aldeia é a casa original, a mais antiga habitação de minha cidade natal Cachoeira do Sul. Habitação, que, igual a cidade, apesar de tantos golpes de vento e borrascas sazonais teima em manter ao menos duas paredes de pé. Casa d'Aldeia é a minha casa. Seja bem vindo a ela!
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31 de jul de 2008

FOGUETÓRIO GERAL

Brasileiros e brasileiras, uni-vos! Que haja um foguetório comemorativo à renúncia de sua excelência ex-ministro da cultura & dublê de embaixador da ONU Gilberto Gil... Nada fez pela classe à qual diz pertencer. Não desenrolou a máfia da OMB (ordem dos músicos do Brasil) que arrecada anuidade dos músicos sem oferecer nenhum benefício á categoria. Não vasculhou os "porões" do ECAD. Orgão arrecaddor que não presta contas do que arrecada. Enfim: Já vai muito tarde!

Diarréia Olímpica

A China revolucionária pós segunda guerra elegeu como líder um campon~es ignorante, grosseiro e brutal. Em 1951, sob a chancela de Mao Tse Tung os jornais chineses publicavam intermináveis listas de expurgo. Tais listagens contendo os nomes dos homens e mulheres acusados de contra-revolucionários eram fruto das suspeitas do PC chinês pela conduta dos cidadãos ou simplesmente resultado da denúncia feita por membros das bases do partido comunista interessados em prejudicar desafetos. Após a queda do Kuomitang; exército pro ocidental liderado por Chiang Kai-Shek, que posteriromente à derrota refugiou-se me Taiwan; a 21 de fevereiro de 1953 Mao Tse Tung deflagrou a Campanha dos Cinco Anti. Editando nova regulamentação para os castigos a serem aplicados contra os inimigos do estado. Essa regulamentação estabelecia pena de morte ou prisão perpétua para grande variedade de "crimes" assim consideradas as transgressões por mais leves que fossem às orientações e diretrizes linha dura do pc chinês sob a ótica maoísta.
Seguindo um modelo monumental para a realização de eventos reunindo grande população, todas as grandes cidades de uma China carente quanto à industrialização de toda espécie, promoviam imensos comícios. Palco circense onde eram denunciados e sentenciados publicamente os inimigos do regime. De 1949 a 1957 oitocentas mil pessoas foram enquadradas nalgum artigo da bizarra lei. Desse total cento e trinta e cinco mil foram sumariamente executados.
Mao Tse Tung, personalidade controversa dentro do próprio partido, elevado pela propaganda oficial ao título de filósofo, em realidade era um bronco, sem instrução, obsecado por atrizes como a recalcada e canastrona - mas bela, Ching Chiang, com quem foi casado por mais de vinte anos. Mao Tse Tung "filósofo" produziu pérolas de sabedoria como estas:
"- Nós não devemos seguir cegamente a União Soviética... Cada peido tem uma espécie de cheiro e não podemos dizer que os peidos Soviéticos cheiram bem."
Certamente o premier Soviético Nikita Khruchtchev não seguia a doutrina investigativa e prática de cheira-peidos do truculento líder chinês. Três anos depois desta declaração gasosa Mao soltou outro petardo de budum enquanto falava ao politburo admitindo o fracasso de um plano desenvolmimentista chamado Grande Salto iniciado nos anos 50. Época da conturbada reforma agrária chinesa:
"- Camaradas, vocês devem analisar a própria responsabilidade. Se vocês devem cagar, caguem! Se vocês devem peidar, peidem! Vocês se sentirão melhor assim!"
Conforme a tradição cultural chinesa não há nenhum problema falar abertamente sobre as funções ou disfunções fisiológicas em público. Todavia essa fixação de Mao leva a crer que se tornou parte da doutrina maoísta evada muito a sério na China pós revolução - e cagada, cultural.
A julgar pela poluição onipresente. Devastação ambiental, degradação do regime comunista e um parque fabril a caminho do sucateamento, sem falar no absurdo acréscimo populacional causador de tremendo constraste entre os trezentos milhões de indivíduos pertencentes às elites sociais, capazes de adquirir bens e seus "vassalos". Um contingente de aproximados um bilhão de pessoas, esperançosos quanto a ascenção a um degrau mais próximo aos novos mandarins da China. Um bilhão de seres vivendo nas rebarbas da revolução que tanto faz eclodir fábricas onde não havia nada quanto faz desaparecer plantas fabris da noite para o dia. Essa massa operária age, à força, de acordo com a doutrina do partido comunista chinês. O governo da China limita a natalidade a um filho por família, de preferência do sexo masculino, interferindo diretamente com toda forma de censura na vida desses cidadãos que continuam literalmente "na merda". Sanitários na China são um conforto que ainda guarda certos ares de novidade. A grande massa se alivia em vasos, baldes, moitas ou latrinas que não passam de buracos no chão. Para esse bilhão e lá vai fumaça de chineses, agitadores de bandeirinhas, claque coreografada, torcedores obrigatórios de discursos infindáveis, partidas de ping pong e desfiles semanais eu desejo a boa sorte de poder contar com um rolo de papel (invenção chinesa) higiênico!

30 de jul de 2008

Olimpíadas de Pasquim

Os sapatos da China
Na China imperial, uma moça casadoira a fim de arrumar bom partido deveria pssuir algumas virtudes: Conhecer a arte da dança, do canto, do chá. Ser modesta, obediente a sogra, ao pai do marido e ao marido, e, a principal de todas as virtudes, não importando sua estatura, tinha obrigatoriamente de ter pés pequenos. Era um fetiche chinês. Pés pequenos significavam garantia de um marido com tesão, e assim um casamento bem sucedido. Para observarem essa virtude as meninas chinesas, principalmente as de classes abastadas, aristocratas, desde tenra idade eram submetidas à práticas torturantes. Lhes amarravam os pés em formação com tiras de seda bem apertadas, evitando que crescessem. O resultado disso: dor e deformidades. Mas vantajosos contratos nupciais.
A Olimpíada de Pequim 2008 traz uma novidade, não se trata de pés pequenos, mas de um acessório que será parte obrigatória do equipamento individual dos atletas. Trata-se de uma máscara contra gases... Há mais ou menos três décadas os chineses habitantes dos grandes centros populacionais respiram diariamented "monóxido de carbono granulado" no lugar de oxigênio.
Esta será a Olimpíada do "fumacê". Em provas que exijam acuidade visual como tiro e arco e flecha os competidores só poderão visualizar os alvos através de um sensor de visão infravermelha com teleobjetiva. Corridas serão disputadas conforme os parâmetros utilizados para as provas de deficientes visuais. Haverão guias especialmente treinados e equipados acompanhando cada competidor a fim de mantê-lo dentro dos limites de sua respectiva raia para evitar desclassificação.
Tais orientadores guiarão os corredores através da neblina expessa, a atmosfera quase sólida de Pequim.
Os nadadores não enfrentarão a usual resistência da água, e sim algo num grau mais acentuado. Ao invés do prosaico composto H2O acrescido de cloro as piscinas chinesas contém partículas em suspensão que tornam o meio líquido numa espécie de areia movediça fedorenta. Nenhum problema para uma maioria populacional que urina e defeca em baldes.
(...) Se apenas parte do dinheiro investido na construção de vilas Olímpicas e infra-estrutura necessária às competições fosse destinado para obras como saneamento básico, despoluição, habitação e saúde, a China aclamada por alguns como o último bastião comunista (o que é falso) contaria com o respeito de sua gigantesca e maltratada população. Egressos do meio rural. De campos erodidos, de várzeas de arroz tomadas por lagos formados por barragens hidrelétricas, os camponeses se aglomeram em cortiços nas periferias de grandes megalópoles chinesas. Imensos favelões sem esgoto, com gatos de energia e água. Amontoados humanos que fazem a Rocinha - maior favela da América no Rio de Janeiro, parecer um bairro de classe média alta. Esses sem terra chineses promovem verdadeiro cerco ás cidades desenvolvidas como Xangai e Pequim atrás da oportunidade de trabalho em fábricas de bugingangas como pentes , leques e botões, (nehuma fábrica ocidental produz tais coisas). Trabalham doze ou catorze horas seis dias por semana sem direitos trabalhistas e por alguns trocados. Massa de gente mal remunerada, grande parte semi-analfabeta, são um enorme contingente sufocado por um regime híbrido entre dois sistemas contraditórios. As regras político-judiciais correspondem ao arcabouço totalitário maoísta, já a economia persegue desesperadamente moldes capitalistas numa expansão desenfreada do que tem sido chamado "milagre chinês". Mas tal expansão, ao contrário das máximas arrazoadas e o bom senso confucionista marcha acelerada rumo a um futuro nada promissor.
Talvez os comunistas de fachada dessa nova e piorada China dos Pandas e da gripe aviária tenham ido longe demais no afã de seguir à risca as determinações do ditador Mao Tse Tung, que filosofava: "-Uma jornada de mil quilômetros começa com o primeiro passo". Na nossa visão ocidental talvez disséssemos que tal jornada se inicia com o arrumar da bagagem; das provisões e dos sapatos. Ah! Os sapatos...

25 de jul de 2008

Seleções

Seleção bacana era essa: Manga, Marinho Peres, Figueroa, Claudio e Vacaria. Caçapava, Carpegianni, Falcão. Valdomiro, Dario e Lula. Com esse escrete o glorioso Colorado atropelava qualquer timeco... Porém, ai porém! A seleção de que falo é bem outra, será um pleito, segundo dizem exercício de democracia. O povo irá escalar o time. O grande problema é que o povo faz sempre as vezes de técnico substituto, o famoso técnico pau mandado que na verdade não escala time nenhum. Quem escala mesmo é a "diretoria". Adotando certa coerência ideológica em conformidade com meus princípios, já por muitos anos me abstenho de participar dessa "seleção" pra elencar o rato mais gordo, o rato mais bonito, o rato mais esperto, o rato mais esfaimado. Para os ratos desejo a satisfação da ludicidade felina. Que sirvam eternamente de brinquedo e guloseima nas presas de bichanos interessados tão somente no bem comum dos de sua espécie. É isso aí amigos um abraço e Saravá!

9 de jul de 2008

Nos tempos do Onça

“Há muito tempo/nas águas da Guanabara...”


O samba exaltação “O Mestre Sala dos Mares” autoria de Aldir Blanc e João Bosco fala sobre o líder da revolta da chibata em 1910. O marinheiro negro gaúcho, natural de Encruzilhada do Sul João Cândido...
Eu não sabia quem era João Cândido. Mesmo tendo ele nascido aqui ao lado da minha cidade natal. Não havia informação para mim sobre esta figura da história brasileira. Foi preciso um nativo das terras fluminenses (embora seja vascaíno roxo) despertar minha curiosidade. Aldir Blanc caboclo chefe do terreiro da Guanabara alertava para fatos que iniciaram na nossa vizinhança. Através dele, João Cândido o Dragão do Mar, o Almirante Negro teve voz outra vez.
Porém, meu contato inicial com a obra de Aldir deu-se pela televisão. Na década de setenta meus pais adquiriram nosso primeiro televisor. Um aparelho preto & branco, tela de 23 polegadas marca telefunken. Minha mãe fã das novelas não perdia um capítulo de “O Astro”. A novela, protagonizada pelo ator Francisco Cuoco, tinha como tema um bolero composto pela dupla Aldir Blanc & João Bosco. A música era Bijuterias, e me agradava demais. Há nela - tanto como em tantas outras parcerias de Aldir com João Bosco e outros compositores, um entrosamento perfeito. Verdadeira simbiose entre letra (poema) de Aldir Blanc e a melodia de João Bosco.
Eu tinha nove anos e já conseguia pôr reparo em como certas canções formavam uma espécie de “casamento indissolúvel” entre o som das notas vibrando dentro dos acordes – mesmo os dissonantes, e o soar das palavras, formando uma harmonia impecável. Movido pela curiosidade busquei outras canções assinadas por Aldir Blanc e João Bosco e assim topei com o LP “Tiro de Misericórdia”. Foi um tiro no ouvido o que escutei, mesmo sem possuir o alcance naquele momento para compreender a importância, abrangência e significado exato do que ouvia. Eram crônicas musicadas, poemas; muita informação. Relatos d’um momento histórico do país, ou flagrantes do universo carioca. Tudo me agradava muito...
Mais tarde, homem feito descobri-me compositor popular. Influenciado por Aldir Blanc, Paulo César Pinheiro, Chico, Caimmy e outros mestres. Surpreendi-me tentando realizar de modo coerente casamentos sonoros que fizessem jus àqueles. Continuo tentando. A teimosia graça entre os compositores...
Contudo, tem sido um mistério pra mim como Aldir Blanc, poeta, cronista, músico (também compõe e interpreta suas próprias melodias) é capaz de letrar desvãos tortuosos, belos de João Bosco, Guinga, Moacyr Luz, Cristóvão Bastos? Como intenta, e consegue, renovar-se, reinventar-se, mesmo quando aborda um mesmo tema numa nova canção? Todo este talento não surgiu do nada. Não se lhe tirou a fórceps. Não foi um desejo súbito, uma veneta que lhe passou um dia: - Serei compositor popular, e dos bons. Nada disso. O dom veio de si. Também provável que o artista o tenha cultivado, exercitado. Que tenha lido, ouvido, assuntado. Enfim trabalhado com esmero e paciência. Mas, isso apenas, não explica. Ou se explica não justifica a pujança, o jorro de idéias, a dedicação. Talvez uma única palavra possa nos indicar pista sobre tamanha criatividade. Todo gênio de Aldir Blanc é um reflexo do amor. Só o amor desperta a generosidade de não caber-se em si.
Amor pelas pessoas, amor por sua terra, amor pela música, pela poesia, pela arte. Não um amor condescendente, tímido ou deslumbrado. Um amor de olhar atento. Crítico. Autocrítico. Consciente. Que abrange a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, o Brasil, o mundo (real & mítico). Amor que vasculha no querer, no jeito de gostar da gente e está sempre pronto a nos encantar, comover, redimir. Amor que se compadece, mas que vigia, protege e não se acovarda. Que põe o homenzarrão com olhos úmidos frente à crueza do mundo. Às mazelas sociais, desmandos e injustiças. Que torna cronista da vida um homem afeito à alegria, à graça feminina, ao samba, ao carnaval, ao futebol.
Não é difícil elogiar Aldir Blanc até às raias do pedantismo no qual incorro sem mínima vergonha. Grande compositor, letrista, poeta, músico, cronista e acadêmico dos botequins. Aldir Blanc é acima de tudo um cidadão brasileiro de sobrenome “carioca da gema”.
A acrescentar quero dizer a ele:
- Pelo prazer da descoberta da música Bijuterias. Pelo subsequënte alumbramento que tua obra despertou naquele guri de nove anos, te agradeço. Aldir Blanc obrigado e sarava!

8 de jul de 2008

Olimpíadas 2016 mais uma produção "Tabajara"


O Rio de Janeiro continua lindo... Canta o ridente (agora ministro - que ainda não extinguiu de vez a escandalosa OMB, cuja autoridade ninguém mais respeita) Gilberto Gil. Continua mesmo. Tanto na orla quanto nos bairros suburbanos. Acho bacana falar Méier; principalmente quando o carioca algo exagera no sotaque: Méierrr! Também continua lindo na verticalidade dos morros. Onde oa chapa é quente e o couro come. Mas daí a se candidatar às Olimpíadas de 2016! Convenhamos, a Polícia Federal, que tem realizado um excelente trabalho0, deveria prender os políticos cabeça de prego que bolam essas "festas no arraial" pra poderem por a mão no prêmio só na base da pescaria. Ou seja, promovem essas atividades pensando no lucro político e invariavelmente no monetário também. Porém, ai porém! A coisa poderia ser bem outra se ao invés de obras faraônicas cujo orçamento previsto, de modo misterioso sempre se revela insuficiente (as obras do Pan no RJ custaram mais que o dobro do previsto) se utilizasse toda uma estrutura e logística pré-existentes. Só na arrancada dessa olimpíada brazuca já garantiríamos várias medalhas de ouro nas modalidades nas quais somos de longe os maisores especialistas mundiais, como por exemplo: Corrida morro abaixo e morro acima. Arremesso de granada em duas modalidades: Á distância e de precisão. Pista de orientação no morro com obstáculos. Salto em altura na laje. Natação no valão, tiro a esmo, tiroteio livre direto, e para finalizar, nossa piece de resistence: futebol de botão.

Olha o Zebú aí gente!

Entre os mestres da composição da infelizmente depauperada & capenga música popular brasileira de hoje destacam-se Paulinho da Viola, Moacyr Luz, Chico Buarque de Holanda, Jards Macalé, João Bosco, Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Lenine, Martinho da Vila, Dona Yvone Lara, Jonnhy Alf e alguns (que me perdoem a falta da citação) poucos mais, muito poucos mesmo. Todavia há aqueles que apesar de imensamente talentosos, alguns bastante profícuos, passam ao largo da fama por conta da injustiça midiática de um sistema audiovisual manipulado pela ordem internacional que privilegia o massificável em detrimento da beleza e da qualidade. Graças ao capital gigante de "empreiteiras" do "show business" like a sony records o que é oferecido ao povão - ou melhor, empurrado goela abaixo, são os axés musics e pagodaços nossos de todos os dias. Num país como o Brasil onde se encontra (e minhas amigas Julia Barbosa e Cidara Loguércio concordam comigo) um percentual próximo a setenta por cento de analfabetos funcionais no sistema educacional?? A oferta desse tipo de refugo cultural encontra aceitação mais do que certa. O capital multinacional empurra diariamente esse lixo - bem maquiado é verdade, com roupagem atraente, a custo muito baixo. Altas tiragens de cds e dvds dão às gravadoras um custo relativamente baixo de produção e manutenção de seus castings. Valendo-se da falcatrua geral que não repassa direitos de execução (direito autoral) a ninguém neste país, as gravadoras convenceram aos otários famosos e recordistas de vendagem do Brasil que artista ganha mesmo é fazendo show. Sendo assim embolsam de 80 até 90% do que arrecadam com a venda de cds e dvds. Por tal motivo, entre outros mil setecentos e setenta e sete, sou favorável á pirataria... Principalmente porque na contramão dos recordistas de vendagem de disco no Brasil existem outros artistas de gabarito que posso muito bem comparar àqueles cantores e compositores citados no início dessa arenga. Entre os quais destaco: Otávio Segala, Bira Azevedo, Giovanni Mesquita, João Mayer, Vinícius Todeschini, Rizomá Cordeiro, Marcelo Delacroix, Fernanda Lopes, Raul Boeira, Ita Arnold, Banda Navereda, Serrote Preto, Sandro Dornelles, Henry Lentino, Tom Gil, Michael Mesquita, Diego Silva, Fausto Prado, Caetano Silveira, Nelson Coelho de Castro e mais uma pl~eiade de artistas de grande valor filosófico- cultuiral, como seria dito ao gosto de um meu parceiro apaixonado por filosofia... (A frase que intitula esta postagem é de autoria de Ita Arnold).